HISTÓRICO

Gostamos de pensar e dividir a linha da vida do Projeto Douradinho em 3 setênios, que chamamos de Infância, Adolescência e Maturidade. Conheça abaixo a nossa jornada!

INFÂNCIA

Assim como a infância feliz de uma criança, foi cheia de descoberta, alguns tombos e, com eles, muito aprendizado. O resultado foi a criação da base do que hoje é o Projeto Douradinho.

2001: O livro Amiga Lata, Amigo Rio é escrito pelo jovem Thiago Cascabulho – então com 19 anos e estudante de comunicação social – em meados de outubro, com objetivo de ser símbolo de defesa do Rio Paraíba do Sul.

2002: A primeira edição do livro, com ilustrações de Letícia Dutra, é publicada pela ONG Vale do Paraíba com o objetivo de ser instrumento de educação ambiental nas escolas do sul fluminense. A obra é lançada em Barra Mansa RJ no dia 22 de março – dia do Rio Paraíba do Sul. Dez escolas das cidades de Barra Mansa, Volta Redonda e Resende adotam o livro. Thiago se apresenta como contador de histórias nestas escolas, e participa da Feira do Livro de Campos dos Goytacazes. Em dezembro Thiago é condecorado com o prêmio de cidadão do ano pela Academia Barramansense de História.

2003: O livro continua a ser adotado nas escolas do sul fluminense, com o apoio da ONG Vale do Paraíba. É montada a primeira adaptação do livro para o teatro, pela Cia Reco Reco, com direção de Bete Araújo. Doze apresentações da peça são feitas no circuito SESC RJ, nas cidades de São Gonçalo, Barra Mansa, Niterói e Rio de Janeiro, com público total de 4 mil crianças do ensino fundamental.

2004: A ONG Vale do Paraíba lança o informativo “O Douradinho”, abordando temas de interesse público quanto à preservação das fontes de água, e alcança 4 edições. A ONG Vale do Paraíba batiza uma pequena nascente do rio Barra Mansa, afluente do Paraíba do Sul, como “Nascente Douradinho”. A montagem da peça de teatro é convidada para fazer o circuito de escolas municipais de Niterói.

ADOLESCÊNCIA

2005: ONG Vale do Paraíba se dissolve por questões internas. No segundo semestre do mesmo ano, Thiago faz uma sequência de apresentações por escolas particulares do Vale do Paraíba RJ, vendendo o livro com a parceria da jornalista Julieta Abiusi. Após a leitura, os alunos enviam para Thiago cartões postais endereçados ao personagem Douradinho – começa a nascer aí o conceito do Projeto Douradinho.

 

2006: As apresentações continuam pelas escolas do Vale do Paraíba, mas também em Niterói e Rio de Janeiro. É fundada a produtora cultural Caraminholas pelos jornalistas e amigos André Comber, Alexandre Malaguti e Thiago Cascabulho.

2007: A Caraminholas elabora e aprova a primeira edição do Projeto Douradinho na Lei Roaunet de incentivo à Cultura.

2008: O Projeto Douradinho, com o incentivo da Lei Rouanet, é patrocinado pela TERNA (linha de distribuição de energia) para fazer parte de seu programa cultural de impacto social/ambiental daquele ano. O livro Amiga Lata, Amigo Rio é reeditado, com ilustrações de Gilberto Cortes. Dez mil livros e projetos pedagógicos são distribuídos por 24 cidades do interior da BA, MA, TO, DF e GO e são realizadas 61 palestras em escolas públicas, com a presença de 7.419 alunos. Este primeiro projeto pedagógico, desenhado pela Professora Anésia Gílio, estimula professores e alunos a se engajarem pela preservação dos recursos hídricos. Centenas de cartões postais são enviados por crianças para o Douradinho, com textos e desenhos sobre os rios de suas cidades, e postados no recém-criado site do projeto. A Caraminholas aprova a segunda edição do Projeto Douradinho na Lei Roauanet.

A adolescência é época de testar limites, viver com paixão as possibilidades que o mundo apresenta. É querer fazer amigos e estar com eles. Nesta época o Projeto Douradinho caiu na estrada e viveu muitas aventuras!

2009: A empresa TAESA transforma-se em TERNA, mas a parceria com o Projeto Douradinho continua. São distribuídos 22 mil livros e projetos pedagógicos por 30 cidades da BA, PE, PB, RN e TO, e feitas 40 palestras para 3724 alunos. Novamente, Thiago recebe centenas de cartões postais dos alunos, que contam para o personagem Douradinho a realidade de seus rios. Neste ano é montada a segunda adaptação do livro para o teatro, pelo Coletivo Teatral Sala Preta, de Barra Mansa RJ, com dezenas de apresentações pelo circuito SESC, festivais e nas ruas. Em julho de 2009, a convite da Fundación Cultural Humanizrte, o espetáculo O Cascudo Douradinho, integra a programação da Red Ecuatoriana de Festivales, com apresentações em Manta, no teatro Chusing para cerca de 200 pessoas. Em Chone, na Sala de Concertos da ULEAM – Universidad Laica Eloy Afaro de Manabí, cerca de 300 estudantes assistiram a peça e participaram logo em seguida de uma oficina de utilização de materiais recicláveis com os arte educadores Marcelo Bravo e Danilo Nardelli. Em Guayaquil foram duas apresentações no 12º Festival Internacional Artes Escénicas Guayaquil, uma no Teatro Centro Cívico Eloy Afaro de Guayaquil para cerca de 1.500 jovens, e outra no MAAC – Museo Antropológico de Arte Contemporáneo en el Malecón, para cerca de 5 mil crianças. Já em Quito foram duas apresentações no mesmo dia para cerca de 500 pessoas no total, em praças do Centro Histórico da capital equatoriana. A viagem foi realizada com pequenos apoios de amigos e admiradores barramansenses e com ajuda de custo dos festivais no Equador.

2010: Thiago volta a se apresentar em escolas do Vale do Paraíba RJ, onde o livro Amiga Lata, Amigo Rio é continuamente adotado. Em 2010 o Sala Preta participa da caravana artística Revuelta a La Mitad del Mundo, organizada pela Coorporación Humor y Vida sediada em Quito. O Douradinho retorna àquele país para uma missão muito além das apresentações. Além do Douradinho o Sala Preta levou oficinas artísticas e outros espetáculos para cerca de 10 comunidades ao longo de toda a fronteira do Equador com a Colômbia. Foram algumas apresentações do Douradinho em localidades como El Palmar, Puerto el Carmen, Lago Agrio, Túlcan, Chical, San Lorenzo e Palma Real, oferecendo oficinas de arte. Além dos brasileiros, a caravana incluiu um espanhol, um surinamês, quatro colombianos e um equatoriano. A terceira edição do Projeto Douradinho recebe aprovação da Lei Rouanet.

MATURIDADE

2011: O Projeto Douradinho é realizado pela terceira vez com o incentivo da Lei Rouanet e parceria da TAESA, desta vez em cidades do interior de SP. 23 mil livros são distribuídos gratuitamente e são realizadas 60 palestras para 5.704 alunos em escolas públicas de 31 cidades. O livro é traduzido para o Espanhol e Inglês e é produzido um áudio-livro, que ficam à disposição no site do projeto.

2012: A Vale compra 100 exemplares do livro para as escolas de Canãa dos Carajás – PA, como parte de sua estratégia para estreitar contato com a comunidade e reduzir impacto ambiental. Cinco palestras são feitas por lá pelo autor Thiago Cascabulho sobre educação e preservação dos rios para professores e equipes de gestores da Vale. Em comemoração aos dez anos do personagem, a Caraminholas faz um vídeo documentário curto sobre o livro Amiga Lata, Amigo Rio, lançando-o no site do Projeto Douradinho.

 

2013: Com intenção de estabelecer parceria com empresas chinesas, é feita uma tradução do livro para Mandarim.

2014: Thiago Cascabulho cria o Conselho Douradinho, formado por amigos de expertises diversas que o autor fez durante curso de MBA em Negócios Sociais, do CEATS/IPÊ/Artemísia. A Odebrecht Agroindustrial contrata uma turnê do espetáculo do Sala Preta e compra 2500 livros “Amiga Lata, Amigo Rio” para distribuição em escolas públicas nos estados de GO, MT, MS e SP. São realizadas 10 apresentações em 09 cidades destes estados onde a empresa atua, para cerca de 3 mil crianças e dezenas de professores em oficinas de capacitação pedagógica, por meio do Programa Energia Social. A ONG OPA chama Thiago para uma série de apresentações em comemoração ao Dia da Criança em Uberlândia MG, onde são realizados 7 encontros. Em novembro o mesmo programa Energia Social da Odebrecht envia o autor Thiago Cascabulho para conversar com os alunos que viram a peça e leram o livro no centro-oeste. Um total de 5935 alunos participam destes encontros

Ao entrar na maturidade, o Projeto Douradinho descobriu que é preciso ir mais fundo em suas ações. Nasce aí o desejo de todo adulto: construir sua morada.

2015: Thiago Cascabulho reestrutura sua empresa como Caraminholas Estúdio, e o Projeto Douradinho passa a ser prioridade. Thiago desenha o “Projeto Douradinho em Casa”, com a intenção de voltar a atuar em cidades banhadas pelo Rio Paraíba do Sul, onde tudo começou. Cria a tirinha de quadrinhos “Peixinhos de rio”, storytelling para dar suporte ao Projeto Douradinho. Faz uma série de contações de histórias com cinco abrigos de São Paulo, com o apoio de voluntários da CPFL. Acompanha uma expedição até Regência – ES, na foz do Rio Doce, para estudar formas de ajudar na recuperação do rio. Em Julho, o Coletivo teatral Sala Preta apresenta o espetáculo O Cascudo Douradinho no Sesc Ipiranga, em São Paulo. Em novembro, nova apresentação, desta vez em escola do Sesi, em Belo Horizonte- MG. Também em novembro, Thiago testa novo plano pedagógico em 100 alunos do Colégio Verbo Divino, de Barra Mansa – RJ. Nova edição do projeto é aprovada na Lei Rouanet.

2016: Projeto Douradinho inicia parceria com o Instituto Pelo Bem do Planeta, e é aprovado no edital da Brazil Foudation, para realizar uma versão reduzida do projeto no segundo semestre, em Governador Valadares – MG. Inicia parceria com o Play the Call, que gentilmente cede sua metodologia para ser usada na ação de Governador Valadares. Mais de 4 mil alunos de 41 públicas e particulares participam.

2017: O Instituto CCR e a Taesa patrocinam a nova versão do Projeto Douradinho, via lei Rouanet, para beneficiar 32 municípios de RJ, SP, GO, DF, GO e PA. O Projeto também recebe o apoio da BVSA, Brazil Foundation e da Fundação Renova para levar o Projeto Douradinho no Doce até 7 municípios de MG e ES. Cerca de 9 mil alunos são inscritos via site na Etapa 1 do projeto, e 310 equipes de alunos são formadas para a realização das 5 missões da gincana Play the Call. Ao todo 24 mil exemplares do livro "Amiga Lata, Amigo Rio" são distribuídos gratuitamente para escolas públicas. 

2018: O Projeto Douradinho é convidado para participar do Fórum Internacional da Água, realizado em março, em Brasília. O projeto expôs suas ações em dois estandes na feira de soluções e esteve presente também no espaço da Green Nation, onde o autor Thiago Cascabulho fez 12 apresentações de contação de histórias. A convite da escola Sabina, em Santo André (SP) o espetáculo teatral "O Cascudo Douradinho" é apresentado pelo Coletivo Sala Preta com casa cheia. Em julho o autor Thiago Cascabulho compõem a mesa "Palavra é Água" com a também escritora Selma Kuasne, na Flipinha. A equipe do projeto participou do 1º Fórum de Educação para Revitalização da Bacia do Rio Doce, em Colatina, promovido pela Fundação Renova.

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